quinta-feira, 8 de abril de 2010

Em Branco/ Não escrito


Eu estou em branco, não posso ler minha mente, eu sou indefinida
Estou apenas começando, a caneta está em minha mão
Terminando o não planejado

Encarando a página em branco a sua frente
Abra a janela suja
Deixe o sol iluminar as palavras que você não consegue achar

Buscando alcançar algo distante
Tão perto que você quase pode sentir o gosto
Liberte suas inibições


Sinta a chuva na sua pele
Ninguém pode sentir por você
Somente você pode deixá-la entrar
Ninguém mais, ninguém mais
Pode dizer as palavras em seus lábios
Mergulhe em palavras não ditas
Viva sua vida com braços bem abertos
Hoje é o dia em que seu livro começa
O resto ainda não está escrito


Eu quebro tradiçôes
Às vezes minhas tentativas
Ultrapassam das linhas (yeh, yeh)
Nós fomos condicionados
A não cometer erros
Mas eu não posso viver dessa maneira
Encarando a página em branco a sua frente
Abra a janela suja
Deixe o sol iluminar as palavras que você não consegue achar
Buscando alcançar algo distante
Tão perto que você quase pode sentir o gosto Liberte suas inibições

Sinta a chuva na sua pele
Ninguém pode sentir por você
Somente você pode deixá-la entrar
Ninguém mais, ninguém mais
Pode dizer as palavras em seus lábios
Mergulhe em palavras não ditas
Viva sua vida com braços bem abertos
Hoje é o dia em que seu livro começa
O resto ainda não está escrito

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